Mentiras
“Mentira é uma declaração feita por alguém que acredita ou suspeita que ela seja falsa, na expectativa de que os ouvintes ou leitores possam acreditar nela.”
A maioria de nós mentimos por alguma coisa uma vez ou outra na vida, muitas destas mentiras é para proteger uma relação, um trabalho, uma tragédia. Mas e quando as mentiras se tornam extremas, que nos emana algo doentio, desfigurado, contorcido, remontando-nos a uma falsa impressão do que nos é apresentado, uma ilusão e perda de tempo? E quando a mentira se torna tão presente que a própria pessoa acredita ser o que não é?
Homens tem essa capacidade apurada, eles mentem dizendo que vão nos ligar, mas não ligam; mentem dizendo o que são sem nunca terem chegado no início do que se dizem ser; mentem quando dizem eu te amo; mentem onde estão; o que estão fazendo, etc... são tantas que se formos elencar desistiríamos dos homens. As mulheres, porém, entraram na fila da percepção 304 vezes, e de tanto perceber aprendermos a praticar a “mentira verdadeira”, somos boas, muito boas! Mas essas mentiras são as cotidianas para não perder a pessoa, para ofuscar uma traição, para preservar uma relação, o trabalho...
Mentiras cotidianas passaram a ser costume... e fingimos diversas vezes que acreditamos, como diz um professor meu: “alguém tem que ser o burrinho da história para que as relações dêem certo”.
Mas até que ponto a mentira é suportável?!
E quando você se descobre diante de tanta mentira que o certo torna-se duvidoso? E quando o príncipe vira sapo? Existe forma de reversão? Existe algum antídoto que sana todo o mal fazendo os anjos dizerem amém e os sapos se transformam em príncipes?!
Há poucos meses vi minha vida transforma-se no inferno... o mocinho virou bandido, ou seria melhor dizer que a minha ida a fila da percepção foram poucas? Ou teria ele passado além da conta na fila da mentira?
Uma coisa é certa: mentir sobre quem é por pura vontade de ser alguém melhor para impressionar uma outra pessoa, e pior mentir para si próprio para iludir a si mesmo criando um homem que você não é, é a mais completa falta de amor próprio.
Uma pessoa para ser digna pelo menos tem que ser ela mesma, é o big bang! O ponta pé inicial para qualquer história, porque meu bem... um dia a casa cai! As máscaras caem... e tudo vira o mais completo caos... o verdadeiro apocalipse, porque você se torna um vazio, um ninguém sem identidade, afinal de contas tudo que você se dizia ser era mentira, você apenas existiu até hoje porque é formado de matéria... e você volta a ser uma matéria zerada e tem que reiniciar tudo outra vez... dá um trabalho absurdo... afinal você tem que novamente aprender a andar, a vestir, a falar, a ter comportamentos, atitudes, a ter que convencer outras pessoas que você merece ser amado pelo que você é, a ter novos amigos, novos hábitos para então formar sua índole, seu caráter, sua personalidade, enfim... ser uma pessoa de verdade, que chora, que ri, que sente saudades, que ama de verdade, que se ofende, que se irrita porque somos de carne e osso. Temos diversos defeitos e qualidades e isso é o nos distingue uns dos outros...
E quando você que é de verdade verdadeira, como dizia o matuto, encontra um pinóquio, que de tão torto por suas mentiras acaba caindo, com todas as suas máscaras? E quando você pela milésima vez grita: mais uma vez?!!!!!... o mundo acabou e Deus o refez, não tenho a mínima pretensão de ser Deus... mas as coisas merecem uma segunda chance depois de inúmeras?
“Mentira é uma declaração feita por alguém que acredita ou suspeita que ela seja falsa, na expectativa de que os ouvintes ou leitores possam acreditar nela.”
A maioria de nós mentimos por alguma coisa uma vez ou outra na vida, muitas destas mentiras é para proteger uma relação, um trabalho, uma tragédia. Mas e quando as mentiras se tornam extremas, que nos emana algo doentio, desfigurado, contorcido, remontando-nos a uma falsa impressão do que nos é apresentado, uma ilusão e perda de tempo? E quando a mentira se torna tão presente que a própria pessoa acredita ser o que não é?
Homens tem essa capacidade apurada, eles mentem dizendo que vão nos ligar, mas não ligam; mentem dizendo o que são sem nunca terem chegado no início do que se dizem ser; mentem quando dizem eu te amo; mentem onde estão; o que estão fazendo, etc... são tantas que se formos elencar desistiríamos dos homens. As mulheres, porém, entraram na fila da percepção 304 vezes, e de tanto perceber aprendermos a praticar a “mentira verdadeira”, somos boas, muito boas! Mas essas mentiras são as cotidianas para não perder a pessoa, para ofuscar uma traição, para preservar uma relação, o trabalho...
Mentiras cotidianas passaram a ser costume... e fingimos diversas vezes que acreditamos, como diz um professor meu: “alguém tem que ser o burrinho da história para que as relações dêem certo”.
Mas até que ponto a mentira é suportável?!
E quando você se descobre diante de tanta mentira que o certo torna-se duvidoso? E quando o príncipe vira sapo? Existe forma de reversão? Existe algum antídoto que sana todo o mal fazendo os anjos dizerem amém e os sapos se transformam em príncipes?!
Há poucos meses vi minha vida transforma-se no inferno... o mocinho virou bandido, ou seria melhor dizer que a minha ida a fila da percepção foram poucas? Ou teria ele passado além da conta na fila da mentira?
Uma coisa é certa: mentir sobre quem é por pura vontade de ser alguém melhor para impressionar uma outra pessoa, e pior mentir para si próprio para iludir a si mesmo criando um homem que você não é, é a mais completa falta de amor próprio.
Uma pessoa para ser digna pelo menos tem que ser ela mesma, é o big bang! O ponta pé inicial para qualquer história, porque meu bem... um dia a casa cai! As máscaras caem... e tudo vira o mais completo caos... o verdadeiro apocalipse, porque você se torna um vazio, um ninguém sem identidade, afinal de contas tudo que você se dizia ser era mentira, você apenas existiu até hoje porque é formado de matéria... e você volta a ser uma matéria zerada e tem que reiniciar tudo outra vez... dá um trabalho absurdo... afinal você tem que novamente aprender a andar, a vestir, a falar, a ter comportamentos, atitudes, a ter que convencer outras pessoas que você merece ser amado pelo que você é, a ter novos amigos, novos hábitos para então formar sua índole, seu caráter, sua personalidade, enfim... ser uma pessoa de verdade, que chora, que ri, que sente saudades, que ama de verdade, que se ofende, que se irrita porque somos de carne e osso. Temos diversos defeitos e qualidades e isso é o nos distingue uns dos outros...
E quando você que é de verdade verdadeira, como dizia o matuto, encontra um pinóquio, que de tão torto por suas mentiras acaba caindo, com todas as suas máscaras? E quando você pela milésima vez grita: mais uma vez?!!!!!... o mundo acabou e Deus o refez, não tenho a mínima pretensão de ser Deus... mas as coisas merecem uma segunda chance depois de inúmeras?
E antes de tudo isso: estaria eu mentindo para mim mesma quando acredito que existe esperança para tudo e que você "pinóquio" pode se transformar em um menino DE VERDADE, ou você é mais uma literatura infantil que só tem final feliz nas histórias de Carlo Collodi?
“mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira!” já dizia Renato Russo. Estaria eu fazendo isso?
Para todas aquelas pessoas que vão formar um novo início: “desejo-lhes: fé e coragem!”

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